Qual sua capacidade?

Oras… sou apta para quase tudo, para o imoral, ilegal, insano; desde que não seja para o injusto.
Sinto-me ate mesmo capaz de coisas que jamais farei, como uma praia de nudismo e botox nos lábios, pelo simples fato que não há nada que me motive (pelo menos até o presente momento).
Sou capaz para o silêncio, o segredo, ao fracasso, o medo e para o singular, em contrapartida, minha incapacidade surge na vaidade, na fofoca, no mau humor.
Chega até mesmo ser irônico, pois posso ser capaz ao que desconheço, mas incapaz aquilo que tenho total domínio. Sinto-me fraca para matemática, física e na degustação de vinhos, creio que tenha um certo “quê” para a mediunidade, porém ainda não investi. Sou capaz para a insanidade, mas procuro dosar no tempo certo.
Sou capaz ao isolamento, quando a solução dos meus problemas necessita do silêncio, pelo simples fato de me sentir em paz assim.

Em suma, o post é para falar sobre capacidade, do quanto somos ou não qualificados em encarar nossas limitações e questionar em noites a fio a nossa própria vitalidade. Do quanto somos arredios com receitinha-da-felicidade e de acreditar devotamente em qualquer coisa que no fim precisa dizer Amém.

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Preserve

Se acaso vc sente que terno, ar condicionado e incontáveis reuniões não combina contigo: não se torne um executivo.
Não aspire dinheiro, nem sequer siga o caminho errado, pois la na frente, terá preguiça de voltar e começar de novo.
Se vc não acredita no príncipe encantado, objetiva a liberdade, não se vê ao lado de uma pessoa pelo resto de sua vida, tem ânsia em experimentar todas as formas de amor e suspeita que sempre será assim independente da idade que tiver: fuja de casamento!
Não acate modelos de comportamento, o qual você desconfia não possuir aptidão.
Se tens um amor imensurável e necessita compartilhar com alguém, se tens uma generosidade para dedicar-se boa parte do seu tempo em educar, brincar e criar uma pessoa: por favor, tenha filhos (mesmo que adotivos).
Se sofre com a política e as formas de governança, é impaciente para esperar as coisas acontecerem, se o seu voto não serviu para muita coisa e sua cabeça está cheia de princípios práticos e simples, se tem o talento nato para falar em público, engajar pessoas, é popular, um caráter invejável: Go ahead e candidate-se a um cargo público de modo a oferecer soluções.

Aquela premissa de não polua mar e terra, salvar a mata atlântica, proteger o ar que respiramos, enfim… tudo verdade e continue assim, mas sobretudo, não mutile nem polua a si mesmo. Preserve-se!

Desprenda o medo de mudar

O mundo está te bombardeando com conselhos do tipo : aprenda a ser flexivel, ser menos dramático, ser discreto, aprenda isso, aquilo,etc…aprenda tudo?
Bem vindo ao clube, mesmo aquilo que já sabemos fazer, ainda não é o suficiente, afinal, demanda atualização, aprimoramento, fazer sempre de modo mais rápido e cada vez melhor.
A vida é um constante aprendizado.
Sim, nós lemos, conversamos, fazemos terapias e procuramos os diversos profissionais para nos apoiar e queremos sempre tirar nota 10 no quesito “sabe tudo”.
Mas afinal, e o que fazemos com aquilo que pensávamos que sabiamos? Oras, volte 2 casinhas, desaprenda para aprender, para aprimorar, delete e escreva por cima.
Numa fase passada, eu pensava que seria preciso nascer de novo para efetivar isso, mas a surpresa que tive, é que é possível renascer diversas vezes na mesma vida, resignificando as coisas, desde que desaprenda o medo de mudar.

Seja leve

Permitir que os quadros caem (a analogia é muito mais profunda), é perder a resistência, é admitir que há algo que já não conseguimos segurar. Independente se é algo bom ou ruim, o fato é que nos obriga a buscar mais força em nosso interior.
A vida é um ciclo de nascer, desenvolver, crescer e mediante isso começamos a nutrir nossos desejos inconfessáveis, inquietações, alguma aflição silenciosa e a imensidão da nossa paciência.
Nossos pregos são firmes, mas nao sabemos o quão consegues suportar
Para que possamos deixar nossos quadros intactos, a minha definição para felicidade dentro dessa analogia é : seja leve para si mesmo.

San Francisco e Pessoas

Uma das coisas que seduzem na cidade de San Francisco, é a sua capacidade de reconstrução.
Estrategicamente está posicionada sobre a falha de San Andreas, o que ocasiona terremotos frequentes e a (triste) possibilidade dela inexistir em qualquer momento.
Moradia de grandes empresas e que inspiram outras com propostas revolucionarias/inovadoras. San Francisco faz jus aquela famosa musica ” I Left My Heart In San Francisco”.
Enfim… Pessoas, assim como lugares, precisam instigar vontade de conhecer, devem cumprir nosso desejo de viver momentos sublimes, devem ser memoráveis e benevolente.
Conhece-las é abrir portas e ao sair, deixar aquele gostinho de quero mais, porém não deixamos esquecer que assim como pessoas, as cidades tem rachaduras , defeitos, o que chamamos de “lado ruim”.
Ainda com tais falhas, agradeça as suas, ninguém e nada é perfeito, e é isso que te humaniza, nos fascina e nos faz querer estar perto.

Felicidade não é quantidade

De ponta a ponta, todos querem ser felizes, ca entre nos, não é algo fácil, tampouco simples , mas algumas pessoas são complexas com o “ato de ser feliz”, pois bem… não basta ter dinheiro, saúde, amor (convenhamos, que é um pacote considerável), mas nossa fome pela tal-da-felicidade é muito mais abstrata.

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Felicidade x Piloto Automático

“E viveram felizes para sempre…” é o final desejado por todos nos.
Esses dias vi num muro escrito algo como “felicidade não existe, oq existe, são momentos felizes” e continuei minha caminhada refletindo sobre isso…
Bem verdade, constatei que a felicidade muda constantemente de significado durante o percurso de uma vida.
Ninguém sabe ao certo o que trata-se de felicidade, mas, indiscutivelmente, não é acomodação.

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Ho’oponopono no trabalho

Em Havaiano, Hoo significa “causa”, e ponopono quer dizer “perfeição”, portanto Ho’oponopono significa “corrigir um erro” ou “tornar certo”.

De certo modo, o trabalho é um ambiente perfeito para praticar a sua espiritualidade.

Em determinados dias você tem muitas oportunidades de praticar a paciência, atos de generosidade e de perdão.

Você tem tempo para pensamentos amorosos, para sorrir e abraçar os outros, e para praticar a gratidão.

Pode evitar as atitudes defensivas e ser um melhor ouvinte.
Você pode tentar ser compassivo, particularmente com pessoas difíceis ou agressivas.

Pode praticar sua espiritualidade em praticamente tudo o que faz.
Ela pode estar presente na maneira como você cumprimenta as pessoas e lida com conflitos.

Siga em frente

Todas as pessoas tem a capacidade e o direito de ter sucesso, além do mais, cada pessoa tem um caminho que percorre a distância, entre o que ela é e o que deseja ser.

Se esse caminho estiver livre, é se você tiver o combustível do desejo, o sucesso é atingível.

Mas se o seu caminho estiver bloqueado, você terá de encontrar e remover essas barreiras, para completar sua jornada até a linha de chegada.

Tudo o que fazemos no trabalho, é uma competência

A forma como fala com as pessoas num café com seus colegas de trabalho é uma competência, da mesma forma a lembrança de aniversário daquele amigo… Ainda é uma competência, a maneira que lida com o atolamento de papel na impressora.
Manter sua mesa organizada, sua caixa de e-mails e o carro limpo, também entra nessa categoria.

Pode até parecer ações ínfimas, insignificantes e pequenas, mas são exemplos que tendem a somar a grandes carreiras.

Atitude é uma competência

Ela pode ser aprimorada, alterada e isso fatalmente começa tendo atitude.
Quem determina a atitude é você, não necessariamente seu trabalho, sua rotina, seu chefe. Você, unicamente você!
Afinal, se deseja um novo emprego, consequentemente tenha uma atitude melhor, se quer realizar um sonho, oras, tenha uma atitude-sonhadora.
Na boa, parece meio óbvio e ridículo escrever isso, mas eu espero que seja verdadeira, afinal, atitudes impactam em tudo e nada mais justo, que dar um ponta pé inicial com elas

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Resgate a sua 2a feira

A sua habilidade de juntar suas competências ao valor com o qual uma empresa se importa, vai te beneficiar bem mais a ter um posicionamento de destaque no processo de contratação.
Colaboradores (no sentido literal mesmo) que somam, acabam se tornando pessoas valiosas. Logo, conduza seu trabalho com esse objetivo.
Eu tinha ideias estabelecidas que estava exercendo um favor a empresa unicamente pelo fato de estar lá e noção de direitos já pré determinados. Da mesma forma, acreditava numa boba crença de que “eles” deveriam cumprir “meus” desejos profissionais.
Afinal, a labuta não deveria ser um local enriquecedor e divertido full time?
Deveria, poderia… Mas quando não era dessa forma, eu me frustrava, me entediava, me desmotivava. Meu rendimento caia e minha performance idem, chegando a feedbacks negativos e o mais próximo possível de uma demissão, pois quando se tem uma atitude ruim, isso automaticamente insere em cada parte de seu desempenho.
Porém, eu reavaliei minhas atitudes e percebi que fazer com que eu mesmo apreciasse meu trabalho, não é uma tarefa da empresa e sim minha mesmo.
Ou seja, é sua função resgatar uma bela segunda feira de trabalho produtiva.
Ter uma carreira significativa, não é tarefa da empresa. É sua.

Desistir não é o jogo

Nos não somos campeões em nada, mas disputamos diariamente uma vaga de emprego, uma vaga no coração de alguém, uma vaga no ranking dos profissionais bem sucedidos, uma vaga no concurso publico, uma vaga na faculdade, até mesmo uma vaga para estacionar, e muitas vezes nos comportamos covardemente diante da derrota iminente.

Entregamos o jogo. Desistir é o nome do esporte.
Algumas pessoas acham humilhante correr atrás quando as chances de haver uma virada a seu favor são ínfimas.
Entre ‘perder com garra’ X ‘perder sem gastar suor a toa’ , preferem a segunda opção , indo pra casa mais cedo, a tempo de assistir ao final da novela.
A Vida dá uma canseira na gente né?.
Não temos inimigos, mas são muitos os nossos adversários : o tempo, a idade, a concorrência, as regras rígidas e um juiz que nem sempre vai com a nossa cara.
Tristemente não se pode ter tudo, não se pode vencer sempre, é o que nos dizem. Mas isso só deve servir de consolo depois que a partida encerra.

Enquanto estiver em andamento, pode-se até levar uma surra, mas fica proibido perder pra si mesmo.

Quase

Amigos me relatam com frequência nos últimos tempos: quase fui promovido, quase fui aprovado naquela vaga, quase passei de fase, quase… Quase… Quase…
E isso me faz refletir sobre a palavra ‘quase’

Ter quase conseguido, pode ser quase desanimador.

Não é totalmente desanimador, pq o quase nos ilude, e todos nós precisamos da ilusão da vitória para batalhar de novo, para tentar outra vez.

O quase é maquiavélico, mas ajuda a gente a não se resignar. O quase muda trajetórias de vida.

Todos dizem que a felicidade é custosa, mas a gente tbm pode ser feliz por um triz.

os dizem que a felicidade é custosa, mas a gente tbm pode ser feliz por um triz.

[Livro] Sonhos In Box – Robinson Shiba

Atrás de um grande empresário existe um pai, um filho, um amigo, um marido. Com esses ingredientes Shiba apresenta a história de sua empresa (China in box e Gendai), de suas origens e mescla exemplos de “como ser um cara bacana”. Eu acredito que Shiba tem muito mais o que apresentar e merece escrever mais um livro, mas ainda assim, este me deixou satisfeita e inspirada. Gosto de saber que o Brasil possui pessoas positivas e acreditam no nosso país, investindo em diversos fatores, dentre eles econômicos e intelectuais. #sonhosInBox #robinsonShiba #shiba #chinaInBox

E se colocar pimenta? Caito Maia e Rodolfo Araujo [livro]

Comprei o livro E Se Colocar Pimenta ? – a História da Marca Mais Quente do Brasil num sebo, paguei meros 4R$ e ainda estava autografado, eu já conhecia superficialmente a história do fundador – Caito Maia – e tenho alguns exemplares de seus óculos, mas confesso que jamais tive interesse em me aproximar dela, a mim, era uma “simples loja que vendia óculos“, ainda assim, quando vi o livro naquela estante empoeirada com outros tantos mil exemplares, uma voz interna me disse: “vai la, compra, é só 4 reais, o que tens a perder?

Chegando em casa após alguns afazeres, aquele livro parado na mesa ainda olhava pra mim, foi quando sentei no sofá e de la não sai sem terminar de ler. Oh yeah, terminei de ler no mesmo dia que iniciei e ao longo das suas 220 paginas encontram-se diversos grifos e rabiscos meus, para me recordar que um livro de 4R$ de uma mera loja de óculos tem muito a me ensinar!
Desta forma, não basta ensinar, é preciso compartilhar e acima de tudo recomendar a leitura.

Pois bem…

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Ler é fisiológico

 

 

A Fisiologia é o ramo da Biologia dedicado à compreensão do funcionamento do corpo, sendo responsável por desvendar todos os processos físicos e químicos envolvidos na manutenção da vida. O termo “fisiologia” é oriundo das palavras gregas phýsis e logos, que significam literalmente “conhecimento da natureza”.

 

Todo ser humano tem necessidades fisiológicas como dormir, comer, respirar e assim sucessivamente.

Em geral , são as necessidades que o organismo precisa satisfazer, para manter-se bem.
E desculpem aos biólogos e afins, mas a mim : Ler é uma fisiologia!
Faz parte de mim e sinto-me incompleta, se não ler algo durante meu dia e a imagem ao lado, ilustra bem essa minha ideia.

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Livro: Reinicie – Jon Acuff

Reinicie. Resgate a Segunda Fera, reinvente seu trabalho e nunca fique na mesma

Que tal começar o ano, com um livro de título sugestivo como esse?
No livro “Reinicie – Resgate a segunda feirareinvente seu trabalho e nunca fique na mesma” de Jon Acuff (meu autor preferido), nesta obra te apresenta um estímulo diferente de você resignificar suas atitudes, seu caráter, energia, competências e relacionamentos.
Com perguntas provocativas e ao mesmo tempo lançando desafios a sua pessoa, ele te faz acreditar que:

Reinventar o trabalho, não é um acontecimento,
mas um estilo de vida

 

Como?
Leia e descubra nessa prazerosa leitura mais voltada ao campo profissional, mas altamente adaptável a assuntos pessoais também

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Feliz Ano Velho

Vivemos de ciclos e necessitamos deles, especialmente das alegrias passadas, bem como, da experiência extraída para dar continuidade a próxima fase até seu fim. Interessante lembrar daquilo que vivemos, isso nos auxilia a manter a vida e dar sentido a nossa existência, preservar nossa história, o que torna uma companhia nostálgica de sentir, principalmente quando sentimos aquela rotina chata, aquela solidão que as vezes torna-se um sentimento de que estamos trancafiados em nós mesmos, algo similar como uma placa do tipo “não perturbe!”.

Nesse ciclo entre infância x velhice – vida x morte, essas lembranças tende a nos construir consideravelmente.

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Roteiro de 15 dias para o Japão

E já dizia Nando Reis: Por onde andei, enquanto você me procurava?
Eu estava no Japão!

Mas calma, foi um roteiro curto – meros 15 dias – mas vivido intensamente, como se não houvesse amanhã.
O país é pequeno, incontáveis templos (budistas e xintoístas), um mais lindo que o outro, o que torna a viagem até um pouco repetitiva.
Mas essa repetição eu faria mil vezes se pudesse, ainda assim, posso dizer que 15 dias é um tempo bacana para se conhecer ou ter uma boa base daquilo que o país tem para se apresentar.
É fato que deixei muita coisa pra trás, ficou aquele gostinho de quero-mais, no entanto, o país está la sempre de portas abertas e disposto a receber turistas, pretendo sim voltar num futuro próximo, mas o pouco que vi valeu muito a pena.

Como o tempo e o dinheiro também foi limitado, foquei mais no turístico mesmo e fiquei centralizada numa região especifica, de modo a otimizar o tempo de logística, embora o trem-bala (shinkansen) seja super eficiente e rápido.
Antes de mais nada você já leu o post :Você precisa saber disso antes de ir ao Japão?

Ahhh então ta bom!! Sendo assim vamos ao que interessa:

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Como foi viajar de Ethiopian Airlines? (Brasil x Japão)

Motivada por uma enxurrada de questionamentos e dúvidas com relação a tal companhia aérea, devido ao roteiro alternativo que ela faz, resolvi fazer um post dedicado a isso.
Saliento que trata-se de uma experiência pessoal e única, de acordo com o serviço prestado na minha viagem Brasil x Japão e que está sujeito a alterações numa próxima viagem, que ocasionalmente eu vier a fazer.

Pra começo de conversa…
A passagem ao Japão, numa classe econômica gira algo aproximado de R$3 a 5 mil (ida e volta), também considere que trata-se de uma viagem para o outro lado do mundo, portanto: sim, é caro, longe e cansativo!
Há diversas rotas e companhias aéreas que fazem essa viagem, cada qual com seu preço e diferencial.

A Ethiopian Airlines é uma companhia famosa por diversas promoções de passagens aereas e consequentemente ela tem um “Q” low-cost. Quando você receber um email de “Promoção imperdível para Europa, Africa, Japão…” pode ter certeza que a Ethiopian AirLines está la marcando presença.
E foi num desses emails que paguei 40/50% mais barato a passagem ao Japão, o que me parece muito tentador, mas tem um porém: é a temida Ethiopian AirLines e o itinerário passa pela Africa/China.
Mas vamos por partes, de modo que eu possa explicar um pouco porque ela eh “temida” e o meu ponto de vista logo na sequência.

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Feliz aniversario pra mim!!

passando de fase

Fazer aniversário é se sentir mais experiente, mais velha, com mais histórias pra contar e com perspectivas restauradas.
E antes de mais nada, quero dar tchau aos ressentimentos, as magoas, desmotivações e impedimentos. Da mesma forma, dou adeus, as faltas de inspiração, as falsas expectativas, ao medo de arriscar, ao desnecessário, ao precipitado e a todo o resto que me fez fraquejar.

Amadureci com todas as experiências que me foram permitidas, passei as fases, mudei cenários e troquei personagens que não couberam no contexto , que nao me agregaram, nem sequer contribuíram para o enredo. Tive minhas dores e minhas delicias, da mesma forma que sofri por todas as perdas e ilusões. Ganhei, achei, cansei, vivi.

Hoje vivo mais um vinte-e-tres-do-dez, ou 23 de outubro ,para me modificar e envelhecer.

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Como tirar o visto de turista japonês?

O visto de “Curta Permanência” no Japão pode ser usado para visita a familiares, congressos, viagem a turismo ou somente para conexões em aeroportos japoneses, no entanto, o período máximo de permanência é de 90 dias e não permite realizar atividade remunerada com esse tipo de visto.

Diferente do visto americano, você deve emiti-lo apos a compra de suas passagens e reservas de hospedagens, no entanto, o processo de solicitação nao inclui entrevistas, eba!!

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Você precisa saber disso antes de ir ao Japão

Embora tenha pesquisado minha viagem ao Japão com bastante antecedência, a ficha somente caiu quando estava la, mais precisamente, quando um japonês fofo nos questionou: “De onde vocês são?” e ao responder Brasil, ele com um olhar surpreso diz “Oh meu Deus, do outro lado? Vocês vieram de longe!“.

Verdade!! Não basta enfrentar horas no voo, fazer diversas escalas e enfrentar um louco fuso horário de 12h a mais (se comparado ao Brasil), alem de tudo isso, a cultura, o idioma, tudo é diferente!
Muita coisa já havia lido ainda aqui no Brasil sobre isso, mas outros aprendi durante minha estadia, e sendo assim, resolvi fazer um copilado para que você possa viajar tranquilamente ao Japão

Já que eu fui… eu te conto!

 

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eu fui pra califórnia

você pode ler esse texto ao som de walk – foo fighters 

Eu pensei em fazer um diário de viagem contanto tudo sobre os lugares que passei, o que achei, colocar fotos para ilustrar e tudo mais.

Seria para eu lembrar daqui uns meses ou anos, para mostrar para os meus amigos e ajudar as pessoas que querem fazer o mesmo roteiro.

Porém, minhas redes sociais estão abastecidas com fotos e as pessoas já sabem pelos lugares que passei. Quanto as dicas, bom, há um mundo de blogs, grupos e páginas com dicas incríveis pela internet – as quais não segui nenhuma e acabei quebrando a cara diversas vezes nos meus 25 dias de viagem. Então, acho que minhas dicas não seriam tão valiosas quanto as tantas outras que as pessoas dão por aí.

Então, depois de dias intensos, tudo que me resta é uma vontade enorme de falar sobre como essa viagem foi importante e me ajudou a me conhecer – ou me reconhecer – melhor.

Sempre tive muita vontade de fazer intercâmbio, mas sempre me boicotei por medo. Quando decidi e vi que existia a possibilidade de, enfim, fazer o intercâmbio, pensei bem e optei por ir apenas para passear. Explico: queria ir para San Diego, mas lá eu conseguiria passar apenas um mês estudando, por ser muito caro, e achei que eu não iria melhorar muito meu péssimo inglês. Além disso, tinha a possibilidade de ir pra Irlanda, mas não queria passar 6 meses com muito frio e esperar mais não sei quanto tempo para conhecer a Califórnia (e acho que o medo bateu na porta de novo).

Além disso, eu queria muito ter a experiência de viajar sozinha, mas logo que comprei a passagem acabou que em uma conversa super empolgada com um amigo, curti a ideia de ter cia nessa trip. No fim das contas, outra amiga se empolgou, comprou passagem, e o meu amigo que iria comigo, acabou desistindo por motivo de força maior.

No fim, acabou sendo ótimo não ter ido sozinha, porque é uma viagem muito foda para não ter com quem dividir os momentos.

Em relação ao inglês, achava que me viraria bem, mas o pouco que eu sabia se perdeu durante o voo, porque quando cheguei em Los Angeles soltei um obrigado com sotaque de gringo! Minha vergonha e medo de não ser bem interpretada falaram mais alto, o que me impediu de tentar, mesmo que falhando, e ter a oportunidade de conhecer pessoas de todo o mundo, mesmo que eu precisasse usar o Google tradutor às vezes.

Voltar a estudar inglês entrou na lista de prioridade. Não aceito fazer outra viagem para pedir comida no restaurante e rezar pra vir o prato certo ou para ficar com vergonha do meu inglês ruim e não make friends.

Ah, além disso, planejamento nunca é demais, não é mesmo? Chega de sustos! Na próxima viagem, quero ir com um roteiro melhor e com TUDO RESOLVIDO, ao invés de deixar uma hospedagem ou outra pra depois… (surpresas não tão boas aparecem no nosso caminho e é sempre bom estarmos preparados!)

Claro que eu sempre fui do tipo que gosta de emoção e de deixar tudo pra última hora, mas, meus amigos, quando se está a 10.000 km longe de casa e sem o domínio da língua local, é importante que você esteja pelo menos preparada para não correr o risco de ficar uma noite na rua… calma, não chegou a acontecer comigo, mas poderia ter acontecido…haha

Deixando essa parte de lado, que de certa forma me trouxe muita história engraçada para contar, quero falar sobre como realizar um sonho, fazer uma viagem longa e estar longe de tudo por quase um mês me fez refletir sobre minha vida.

Eu sempre falo que ainda não encontrei meu lugar no mundo, que sou desapegada e me adapto em qualquer lugar… pois bem, realmente isso sempre foi uma coisa que esteve muito forte em mim, até então.

Descobri que, sim, eu quero ser – e sou – do mundo, quero estar sempre em movimento, experimentar coisas diferentes, conhecer novos lugares, nunca me contentar em ficar parada em lugares que não me edifiquem… mas é importante, para mim, ter um lugar seguro para voltar. Nunca pensei que minha vida aqui fosse tão importante pra mim! Isso inclui minha família, minha casa, meu trabalho e meus amigos. Viajar é incrível, mas voltar pra quem e pra onde a gente ama, é melhor ainda…

Fora que eu comi muito mal, né?! Minha mãe foi me buscar no aeroporto com uma marmitinha, porque eu estava morrendo de saudade da comida dela! haha

Agora, falando de expectativa, quero te fazer uma pergunta: quando você conquistou algo que você queria MUITO, qual foi a sensação?

Eu fui com a expectativa muito alta, porque sou dessas, e 60% não aconteceu como eu esperava… nunca poderei dizer que a viagem dos meus sonhos, foi dos sonhos. Já começou com uma notícia muito triste, vinda do Brasil, e no decorrer dos dias algumas outras coisas que saíram do meu controle me deixaram chateada.

O problema maior nisso tudo é a cobrança que eu tenho comigo mesma… eu sempre falho, como todo mundo, mas não sei lidar com as minhas falhas. Fico me punindo, sabe? Algumas coisas eu poderia ter evitado, poderia ter pesquisado melhor e evitado surpresas. Outras coisas, não tinham nada a ver comigo, porque tem coisas que acontecem e não estão sob nosso controle.

Nos últimos dias, se tivesse um botãozinho da desistência, eu teria apertado. Eu já estava cansada, sem dinheiro (ah, vegas) e não aguentaria mais nenhum perrengue… meu sexto sentido já estava me avisando que algo ainda viria.

Mas, vamos pensar pelo lado de que as coisas acontecem como tem que acontecer e que tudo vem para nos ensinar.

O que eu aprendi de mais valioso é que a gente precisa encarar as dificuldades com humor… como a minha friend Monique disse várias vezes: o que não tem solução, solucionado está. Então, a gente segue em frente, chora de tanto rir das desgraças que nos surpreendem no caminho e continuamos no jogo.

A partir daqui, meu exercício diário é exatamente esse, levar a vida de forma mais leve, aceitar o que eu não posso mudar, aprender com os meus erros e continuar lutando pelos meus sonhos.

Tenho tantas coisas para conquistar, que ainda nem consegui definir minhas prioridades. E isso é tão maravilhoso! Lembro de um ano e meio atrás, que eu estava em uma fase tão desanimada e sem objetivos, que parecia que a vida estava me levando para onde ela queria e o que acontecesse estaria bom. NÃO! Não quero isso! Quero mais é resgatar cada um dos objetivos que tinham se perdido no caminho e traçar a rota para chegar em cada um deles.

Agora, é planilhar as contas, pagar todas elas e dar os próximos passos!

Que não me falte nunca motivos para acreditar que eu posso, que eu consigo e que, mesmo que as coisas não saiam como eu planejei, elas acontecem exatamente como tem que ser.

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foto tirada em Yousemite, um dos lugares mais incríveis que estive na vida

Bate e Volta em Yokohama, Japão

Yokohama é a segunda cidade mais populosa do Japão e fica ao lado de Tokyo, um pouco mais que 30 minutos de metro voce ja esta na la, logo, não há desculpas para não conhecer esta linda cidade se estiver passando alguns dias na capital japonesa.
Pode-se facilmente chegar a Yokohama (e gratuitamente se você tiver o JR Pass) de vários modos: escolhemos a linha JR Keihin-Tohoku, que passava em Shinagawa e dava acesso direto à estação de Sakuragicho, local onde queríamos descer, para explorar a parte mais moderna da cidade, chamada Minato Mirai (“porto do futuro” em japonês), junto ao porto. Aos que nao tenham JR Pass (como era nosso caso) pagamos 500y o trecho de metro.

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O que fazer em Tokyo, Japão?

Tokyo é grande (a maior cidade do país), com uma boa estrutura de transporte público, mas um sapato confortável é suficiente para conhecer os detalhes que nao estão expostos na janela do metro.
Eu digo que conheci Japão e conheci Tokyo, a capital muito peculiar com seus bairros de identidade forte revela ser aberta a todos os estilos desde o mais moderno ao mais conservador, e acredito que definir o bairro que deseja se hospedar vai te mostrar uma cidade de braços abertos a sempre te receber. Entenda por exemplo que Akihabara é dedicada aos amantes de de eletrônicos e ao universo geek, Shinjuku trata-se do centro financeiro e sua noite mais badalada, Shibuya famosa pelo seu cruzamento e tambem por um grande centro comercial, Ginza o bairro sofisticado e chique de Tokyo, Harajuku forte pelo movimento cosplay e kawaii, ou seja, comum ver pessoas vestidas de forma um tanto quanto alternativa, e assim sucessivamente…
Tokyo da pra dizer que é “tudo junto e misturado”, mas de alguma forma essa mistura se complementa e permite ser uma cidade com uma identidade democrática aqueles que a visitam.

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O que fazer em Kyoto, Japão?

Nos despedimos de Nara com muita emoção.

A estadia em Kyoto prometia, afinal, ainda na Kyoto Station vimos diversas pessoas de kimono, algo que nao tinhamos visto com tanta frequencia em Osaka, saindo da estação de metro a caminho do nosso hotel, ja percebemos que Kyoto tinha um “Q” a mais de cultura a nos oferecer, nao apenas pela forma que as pessoas se vestem, mas por suas vielas, pela arquitetura e aquele ar romantico que pode-se dizer: estou no Japão!!

Se eu te falar qual filme japonês lhe vem primeiramente na cabeça? Provavelmente seja Memórias De Uma Gueixa, não a toa, que boa parte dele foi filmado na cidade o qual havíamos acabado de desembarcar.
Sim, Kyoto é uma cidade grande, bem turistica, mas que tambem é reconhecido por ainda preservar os costumes japoneses, especialmente pelos diversos templos (budistas e xintoístas) espalhados pela cidade e gueixas que andam timidamente pelas ruas (especialmente no bairro Gion).

Ainda sobre os templos: foram eles que salvaram a cidade da bomba atômica na 2º Guerra Mundial. A cidade estava na lista de prioridade dos Estados Unidos, que por sinal, decidiram mudar de ideia, uma vez que preferiram mudar por Nagasaki e preservar os templos, evitando assim, maior comoção da nação niponica.
Impreterivelmente inclua essa cidade em seu roteiro, independente de sua religião, visitar os templos, andar pelas vielas, namorar as casas baixas de madeira, aguça nossa imaginação e as belezas de um passado ainda presente no Japão, que por sinal, era fechado para o mundo, mas muito imerso em suas raízes culturais.

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O que fazer em Nara, Japão?

Saindo de Osaka, fomos para Kyoto.
Apenas deixamos nossa mala no hotel (pois ainda nao havia dado o horário do check in) e nos deslocamos para Nara que fica 1 hora de trem (mesma distância a partir de Osaka), vale muito a pena.
Se você vai a Kyoto, não deixe de separar pelo menos um dia para visitar Nara, sinceramente foi uma das minhas cidades preferidas na (curta) estadia no país.

Nara foi a capital do Japão por um período de 74 anos a partir do ano de 710, quando a cidade cresceu e se tornou um centro Budista no país, até hoje abrigando templos importantíssimos e entre os mais antigos do Japão.
Chegando na estação de Nara há um centro turístico, ali, pode-se pegar um ônibus que te leva ate o parque por 200y mas se tiver o JR Pass também pode usufruir do mesmo.
A cidade é conhecida pelos cervos mansinhos que vivem no Parque Nara, eles literalmente vem comer na sua mão!
Conta a lenda que o deus Takemikazuchi chegou para proteger a cidade recém construída montado em um veado branco. Por isso os cervos são considerados sagrados lá, na época Nara era conhecida como Heijō-kyō e era capital do Japão na época em que a lenda surgiu.

Nara, Japão

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O que fazer em Osaka, Japão?

Chegamos no nosso primeiro destino no Japão : Osaka o/
Trata-se de uma grande metrópole, bem verdade, a 2º maior cidade do Japão, depois do Tokyo.
Muitas bicicletas e carros convivendo em harmonia, luzes, prédios futuristas e uma vida noturna agitada.

Apelidada de “Veneza Japonesa” pelos seus vários canais e rios que cortam a cidade. Está localizada na região de Kansai à 550 km de Tokyo, na província de mesmo nome, é uma das cidades mais antigas do país. Antigamente chamada de Naniwa, quando imperadores administravam o país nessa região.
Carinhosamente e também reconhecida como “Cozinha da Nação” pois era o centro nacional do comércio de arroz, e de armazenamento de peixes e grãos, ainda é muito procurada pela sua boa comida, um exemplo é o típico okonomiyaki (お好み焼, seria a “pizza japonesa”) e o takoyaki (たこ焼き, bolinho de polvo assado na chapa).

Castelo de Osaka, Japão

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A viagem ao Japão

Confesso que não estava nos meus planos imediatos de viagem esse destino, mas sinto-me privilegiada pela oportunidade e francamente me arrependo de não ter ido antes!
O ano de 2016 estava se encerrando e juntamente com meu namorado noivo (fui pedida em casamento nessa viagem), estávamos planejando o ano seguinte; 2017 é o ano que ele completaria 30 anos e como descendente japonês, ele revelou ter desejo de conhecer o país origem de sua família, comemorando seu aniversario em Agosto lá.
Buscamos passagens áreas ao Japão, mas inicialmente estavam bem fora do nosso orçamento, partimos para o plano B,C e sequenciamos para todo o alfabeto atras de outros destinos, mas eis que no ultimo momento surge Passagens aéreas promocionais para o Japão e fatalmente aquilo só poderia ser uma mensagem divina de : Feliz Aniversário Pedro, sua passagem ao Japão foi emitida!
Sim, compramos em dezembro nossas passagens para o Japão e proporcional a distância, tínhamos tempo hábil para nos programar, afinal, o bilhete estava emitido para 1 a 16 de agosto 2017.

De dezembro pra agosto, o tempo voou, foram diversas pesquisas, economias (óbvio) e expectativas.
Traçamos nosso roteiro, reservamos hotéis, emitimos o visto japonês, trocamos moedas até que o grande dia chegou: 1 Agosto de 2017 as 1:00 estávamos embarcando para o outro lado do mundo, rumo a uma viagem de 32h e com um fuso horário de 12h a mais se comparado ao Brasil.

Chegada no aeroporto de Narita-Japão

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emaranhado de caos e pensamentos

Tem tanta coisa guardada aqui dentro, empoeirada, que eu nem consigo mais saber o que me deixa assim. Acúmulo de pequenas desilusões diárias que eu não sei como ressignificar pra aceitar, entender e aprender a conviver. São coisas que eu insisto sempre em dizer que são pequenas, que eu não quero falar sobre e acabo engasgada com todas elas.
A sensação é de que se eu conseguisse chorar, lavaria do meu peito todas essas angústias. Tudo ficaria mais claro e óbvio pra mim.
Mas chorar pelo que? O que pensar nesse emaranhado de pensamentos e caos que estão aqui dentro?
A garganta chega a fechar, a cabeça chega a doer junto com o corpo todo.
E de onde vem tudo isso?
Eu não sei.
Faz tempo que isso me acompanha, que me machuca e eu não consigo colocar pra fora.
Todos os porres que eu já tomei não foram capazes de me fazer externalizar toda essa bagunça emocional.
Todas as garrafas vazias, bitucas de cigarros ao chão e palavras jogadas a esmo não foram capazes de me ajudar até aqui.
Qual a próxima etapa? A próxima tentativa?
Voltar ao confinamento de uma vida ainda mais solitária, só que dessa vez sem estar rodeada de pessoas?
A pior solidão do mundo, é a que a gente sente quando se está junto de tanta gente e mesmo assim elas não são suficientes.
Então, qual a peça do quebra cabeça que eu ainda não encontrei?
Esse quebra cabeça chamado vida é tão imprevisível e difícil de decifrar, que mesmo quando falta uma pecinha, a gente não consegue imaginar a imagem que nela estará impressa.
O jeito é seguir. Seguir até encontrar essa peça e todas as respostas que ela me trará.

se for pra ser, que seja com você

No momento em que todas as mudanças possíveis aconteceram na minha vida, você veio como um brinde. Um presentinho extra no meio de tudo aquilo que eu sonhava, mas não esperava que fosse acontecer.
O seu sorriso e esse seu cabelo jogado, encaracolado, sempre fizeram meus olhos brilharem.
Mas eu não esperava que um dia eu pudesse te tocar.
Você era aquele sonho bonito que eu sonhava, mas não esperava realizar. Aquele beijo que eu não esperava receber e aquela noite que eu não esperava ter.
Você é aquele cara que, se eu visse na rua, iria querer. Aquele amor que seria platônico sem eu perceber.
Aquele cara que marcou uma uma fase, um momento, que eu jamais vou esquecer. O dono daquele cheiro que me fez enlouquecer.
Daqui pra frente, não sei o que vai acontecer. Mas, se acontecer, eu quero que seja com você.

Sou o que queria ser quando crescer?

dificuldades-de-aprendizagem

Quando eu era criança sempre quis ser daquelas pessoas muito ocupadas, que fazem várias coisas ao mesmo tempo, com mil compromissos em um único dia. Lembro de brincar de escritório e sempre tinha milhares de atividades e fazia elas com uma urgência impressionante, tudo era para ontem e tudo era importante.

Enfim cresci, a vontade de ter dias cheios foi substituída pelas diversas tarefas. Agora tenho a faculdade, que quanto mais estudo vejo que mais tenho a estudar; as tarefas de casa, que parecem intermináveis; o trabalho, que preciso me dedicar pois é de lá que sai o salário que pago aluguel, comida, luz etc.; a academia, que aliás o corpo também precisa se mexer e com a idade vemos que é cada vez mais difícil e mais necessário; e tem também os projetos pessoais, aqueles que fazemos pensando em um futuro distante e com um prazer maior em aprender e melhorar. Ufa!!!! Com tudo isso os momentos de relembrar os momentos da infância ficam até impossíveis.

Entre uma atividade e outra ajeito uma coisa na outra, minutos se tornam preciosos, o tempo no ônibus serve para tentar colocar o sono em dia, que está cada vez mais atrasado, ou escrever as palavras que voam pela cabeça. Encontro no intervalo de uma aula e o almoço aqueles 30 minutos para lavar o banheiro correndo e já aproveito para tomar banho.

As atividades são tão unidas umas nas outras que parecem que até se encaixam, no começo dessa minha loucura achei que seria impossível viver, mas depois vamos achando um tempo aqui, outro ali e quando vi até que dava para fazer mais um pouco.

Mas chegou a hora de começar a falar um pouco de “não”, posso até cogitar a possibilidade de fazer uma coisa nova, mas antes preciso largar mão de outra.

Percebi que sou aquela mulher que queria ser quando criança, mas com uma diferença, quando desejava crescer queria ser estressada, sempre atrasada, nervosa, e isso não sou, com organização e calma dá para fazer tudo e, se for alguma coisa que realmente gosto fica ainda mais gostoso. E acredite, no final, quando alguma coisa dá certo, quando aquela atividade chega no final, quando olho para trás e vejo do que fui capaz de fazer dá uma gratificação e um orgulho de brilhar os olhos e surgi aquele sorriso de canto da boca.

Às vezes, falar é melhor que calar

“Falar é um esforço imenso. Mas a recompensa é enorme. Nada dói mais do que não dizer”

– Eu me chamo Antônio

 

Sobre a leveza de falar o que a gente sente e que, muitas vezes, postergamos e deixamos engasgado por medo ou por orgulho.

Se você gosta de uma pessoa, deixe-a saber. Você não sabe o que está guardado no coração dela e, talvez, ela só esteja esperando uma abertura para poder demonstrar que também sente o mesmo por você.

Se uma pessoa te magoou, te fez algo que não agradou, deixe-a saber. Ela pode não ter tido a intenção de ter te magoado e você está sofrendo à toa.

Dê oportunidade para as pessoas saberem o que você sente e quem você é. Deixe que elas se aproximem, te conheçam e te reconheçam.

As armaduras que vestimos para evitar que as pessoas conheçam a nossa verdade, só nos afastam da leveza de poder viver uma vida plena e sincera com nós mesmos.

A recompensa vem na forma de um novo amor, da reconciliação com pessoas que a gente gosta e da sensação de que fizemos o que podíamos para ter alguém de quem gostamos perto de nós.

Falar é difícil, mas guardar as nossas dúvidas e sentimentos é muito pior.

Morar sozinha

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Não é fácil tomar uma decisão diferente, principalmente quando você tem a opção de ficar comportado no colo de sua mãe, perto de seus amigos, sem precisar se incomodar com o que vai comer amanhã ou sem saber quando vai ver eles de volta.

Saber que a louça não se lava sozinha e que tudo gasta dinheiro. Que se você nao separar suas roupas na hora de lavar, fatalmente terá que renovar o guarda roupa, pois as anteriores estão manchadas.

Anteriormente o histórico de acesso das paginas da internet em meu computador,giravam em torno de coisas como viagens, redes sociais, noticias e hoje são acompanhadas de sites de moveis de decoração, utensílios para casa, promoções em mercados.

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Pro dia nascer feliz..

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Hoje quero noticias boas, pessoas positivas ao meu lado.

Aprender coisas novas, absorver conhecimento com facilidade.

Surpreender e ser surpreendido, bem como, superar expectativa.

Praticar o ato de agregar valores e otimizar as coisas, processos e afins.

Quero que o telefone toque com um convite e aquela proposta seja aceita.

Dizer adeus a algumas pessoas e sorrir para alguém seguindo de um “prazer em te conhecer“.

O dia de hoje precisa ser diferente dos anteriores, preciso olhar para trás e ver que o suspiro de alivio, compensou as lagrimas roladas recentemente.

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Como e por onde anda você?

Me conta como está sua vida, seus planos e todos aqueles seus sonhos.

Me fala sobre você, sobre a pessoa que você se tornou e sobre as coisas que você conquistou nesse tempo.

Vez ou outra me pego pensando em como você deve estar e sinto vontade de te contar sobre como estão as coisas por aqui também.

Acho que você iria gostar de saber que eu estou trabalhando em um lugar legal, que eu saí da casa dos meus pais há alguns meses e divido um apartamento incrível com uma amiga e que estou em vias de realizar aquele sonho antigo de fazer intercâmbio.

Sabe, até hoje não encontrei alguém que me fizesse sentir o que eu sentia com você. Não sei se isso é bom ou ruim. Eu não encontrei alguém que me tirasse a paz e nem que me fizesse sentir borboletas no estômago. Não encontrei alguém que eu sentisse vontade de compartilhar meus medos, meus sonhos e as coisas do dia a dia.

Parece que cada pessoa que conheço, procuro um pouco de você, um pouco do seu cheiro, do seu jeito e do seu olhar.

O mais engraçado nisso tudo é que, quando eu encontro, não me agrada. Acredito que por dois motivos: um porque, obviamente, não é você e outro porque seu jeito foi um dos motivos para não termos dado certo.

Eu e meu jeito contraditório de ser e de levar a vida, né?!

Hoje, parando para pensar e avaliar esses anos todos e essa minha pira constante em você, sinto que ainda tenho um sentimento de culpa muito grande em relação a nós.

Não que eu ache que você é o amor da minha vida e que eu espero que um dia a gente fique juntos. Nada disso. Mas acho que eu deixei marcas dolorosas na gente.

Ver que você seguiu sua vida e está feliz me deixa feliz. De verdade.

Mas o sentimento de culpa que eu tenho, não me deixou, até aqui, seguir também nesse aspecto.

Você nunca demonstrou sentir mágoas de mim, mas, ainda assim, eu sinto que algo entre nós ficou mal resolvido.

Entre a gente tudo sempre foi resolvido através de brigas e discussões e eu sempre fiquei esperando uma oportunidade para conseguirmos conversar como dois adultos e deixar as coisas bem resolvidas entre nós.

Eu tenho muita dificuldade de iniciar uma história sem ter colocado um ponto final em outra. E, por mais ridículo que possa parecer, mesmo tendo se passado anos, eu não consegui colocar um ponto final nas páginas do meu livro que dizem respeito a você.

Te escrevo agora, como costumava fazer antes, para externalizar meus sentimentos e, de alguma forma, colocar um ponto final definitivo nisso tudo.

Não quero mais a culpa. Quero só a alegria de saber que tive a oportunidade de viver uma história tão conturbada quanto edificadora. Tive a oportunidade de ter tido um amor que me fez crescer e amadurecer e que eu pude contribuir com ele de alguma forma também.

O que eu quero agora é que, se um dia eu te encontrar pela vida, eu consiga te enxergar como uma boa lembrança do passado. Porque é isso que somos um paro outro. Mas que seja uma lembrança leve, sem mágoas, sem culpa e sem sentir que ficou algo pendente. Porque não ficou.

Para você, isso tudo pode soar sem propósito e tardio, mas aqui dentro ainda existem resquícios de amor e de saudade que precisam ser ressignificados pra eu conseguir abrir meu coração e deixar coisas novas entrarem.

Talvez

Talvez eu tenha estragado tudo.
Talvez eu tenha me escondido atrás dos meus medos e não tenha captado seus sinais.
Talvez eu tenha projetado secretamente uma história tão bonita quanto as que vejo nos filmes e, no primeiro sinal de que não seria nada parecido, eu ‘desencantei’.
Talvez suas atitudes tenham me afastado de você: muita demonstração de carinho por mensagens e pouca atitude de verdade.
Talvez, talvez, talvez.
A gente nunca sabe se o nosso orgulho nos afasta de quem não nos merece, ou nos afasta de quem a gente gosta, mas não dá o braço a torcer por nada.
A gente escolhe um caminho a seguir e renuncia outros tantos caminhos e possibilidades que ficaram para trás.
Saber como seria se tivesse sido, é impossível. Poderia ter sido lindo. Poderia ter sido devastador.
Mas foi vento passageiro. Foi experiência de auto conhecimento, porque tem gente que passa na nossa vida e nos ensina mais sobre nós mesmos, do que sobre elas.
Hoje eu me despeço de um quase amor.
Quase amor, porque me tirou suspiros, deu frio na barriga e me fez ficar com o celular na mão por vezes, apenas esperando uma simples mensagem.
Foi quase, porque foi tempo curto.
Foi quase, porque dois orgulhosos não combinam.
Foi quase, porque eu sou medrosa.
Foi quase, porque você é uma incógnita.
Foi quase, porque eu sou estranha.
Foi quase, porque você é um babaca.

A real situação política do Brasil

Há tempos o assunto é discutido e não se vê um resultado, diversas notícias são vinculadas diariamente, passiveis de investigações, punições mais criticas e especialmente agilidade da Justiça.
Diversas comunidades foram criadas, apelidos aos que apoiam o lado x ou z, a terna briga entre “coxinhas e mortadelas” unidos numa sinfonia de batição de panela. Nessa bagunça toda, eu tenho algo a dizer:

Vejo pessoas comemorando saida/entrada de determinados políticos, e outros enfurecidos, clamando por conhecimento da história. Cada qual na sua devida parcela de razão e culpa, não da pra chegar num consenso com as diversas trocas de violência física e verbal. Mobilizar uma manifestação, prometer a parar tudo, acampar, exigir que pessoa X ou Y saia ou entre, cuspir, vandalizar, não são meios tão eficientes se a gente ignorar a palavra: RESPEITO.

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Livro, a minha companhia

IMG-20160711-WA0009.jpgVejo pessoas sem assunto, pessoas que reclamam da vida, pessoas ocupadas vendo a vida alheia, mas mal vejo pessoas lendo um livro.
Cidades estão recheadas de livrarias, sebos e até mesmo eventualmente vejo livros “esquecidos” propositalmente na rua, clamando por um dono, mas poucos se interessam.
Vejo pessoas doentes psicologicamente, pessoas que culpam os outros e até mesmo questionam sua fé porque as coisas não mudam, mas já pensou que a mudança pode vir internamente?
Qual a função de um livro nessas horas? Ele está ali, esperando para ser consumido, para dar um ombro amigo, para te mostrar que seus problemas outras pessoas também já passaram e você não é o único.

 

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Um passo para trás, para continuar seguindo em frente

Quando tudo começa a dar errado para nós, chegou a hora de pararmos e avaliarmos a forma que estamos levando a vida.

Na maioria das vezes, é um sinal de que estamos pegando os atalhos errados, caminhando ao lado das pessoas erradas, tomando as decisões erradas. É sinal que estamos vivendo a vida sem pensar nas consequências das nossas atitudes e na energia que estamos transmitindo pro universo.

Não estamos nos dedicando tanto para as pessoas que amamos e nem estamos dando valor a tudo que conquistamos com tanto esforço. Estamos relaxados, entregamos os pontos e esquecemos que a vida é uma eterna busca de autoconhecimento, evolução e crescimento. Deixamos nossos sonhos e objetivos pra trás. Fazemos de tudo, mas não fazemos nada.

E, quando menos percebemos, as coisas estão escapando das nossas mãos. Estamos perdendo nossa essência, nossos valores, nossos sonhos e as coisas que nos fazem felizes. Tudo vai ficando pra trás em troca de meia dúzia de experiências que fazem a gente se arrepender depois.

Quando essa hora chega, temos que aceitar que muita coisa deve ficar pra trás se quisermos continuar seguindo em frente.

Temos que abrir mão dessa mania de viver sem respeitar nossos limites. Temos que abrir mão das pessoas e dos lugares que nos fazem regredir. Temos que seguir em frente e fazer diferente. Fazer o que é certo, se perdoar pelos erros cometidos e não olhar pra trás.

Aperta o play!

A música pode ser agitada, lenta, instrumental, religiosa. Ela pode ter uma letra de amor, de raiva, de vida ou uma história contada. Pode ser agressiva, leve, delicada. Pode te trazer vontade de dançar, de dormir, de viver, de chorar. Ela pode ser rock, funk, reggae, sertanejo, clássica.

Todas passam uma mensagem, seja pela letra ou pela intensidade que os instrumentos são tocados. Mensagem que pode ser contorcida conforme o momento que estamos passando na vida. O autor da música pode ter escrito para a mãe, para o filho ou para um amigo, mas podemos ouvir e lembrar de um amor. O autor pode ter escrito para uma namorada e lembramos de um amigo querido. Ela pode ser uma música boa de dançar junto de seus amigos ou seus familiares, sem muito se importar com a letra.

A música está presente em grande parte de nossas vidas, seja em uma festa, em um filme, em uma propaganda, ela marca, além da mensagem que quer passar, faz uma ligação com aquele instante que estamos vivendo, o sentimento que temos, o momento que estamos passando, a pessoa que gostaríamos que soubesse, através daquela música, do que sentimos.

E sem percebemos ela marcou aquele momento. E no futuro, em um dia qualquer, quando ouvirmos a mesma música as lembranças e sentimentos voltam como se o tempo não tivesse passado, como se, em um passe de mágica, voltamos a viver aquele instante do passado, seja alegre ou não tão feliz assim.

Depois que percebemos isso sabemos que aquela música pode ser uma máquina do tempo para voltar a ter aquele sentimento, aquelas memórias de momentos que não estão mais presentes, determinada música irá ajudar a viver tudo aquilo novamente, mesmo que seja só para nós durante aqueles minutos. E sabemos que ali estão nossas recordações e sempre que precisarmos, podemos apertar o play novamente.

Aquele Amor

Todo mundo tem um amor que sempre será amor.

Aquele amor que passou, devastou e deixou só a poeira da saudade.

Aquele amor que, ao lembrar, sentimos o cheiro, o gosto e o beijo. Sentimos as dores e as alegrias vividas.

Aquele amor que queríamos que fosse pra sempre. Que achávamos que seria. Mas não foi. E nem era pra ser, na verdade.

Aquele amor que nos arrancou suspiros, lágrimas e sorrisos sem motivos. Nos tirou o sono e às vezes até a vontade de existir. Nos tirou do chão, do eixo e do que costumávamos ser.

Aquele amor que nos fazia acreditar que o mundo só teria cor, se tivesse ele ao nosso lado.

Mas que bobagem…

Aquele amor que nos cegou e nos fez esquecer por vezes dos nossos valores, do que acreditávamos de fato e do que queríamos pra nossa vida. Porque, naquele momento, a nossa vida era esse amor. Vivíamos para ele.

Mas que falta de amor próprio…

Aquele amor que nos fazia feliz, mesmo quando nos fazia triste. Porque não suportávamos a ideia de viver longe, de não poder sentir o cheiro e se aconchegar naquele abraço.

E que abraço…

Aquele amor que deixava nosso dia colorido, mesmo quando não estava do nosso lado, mas sabíamos que aquela saudade tinha data de validade.

Ah, essa saudade, é a melhor de se sentir…

Aquele amor que tanto nos machucava, tanto nos deixava inseguros, mas a gente insistia que era amor, que tinha que ser, que o destino era ficarmos juntos, mesmo que em pé de guerra. Mesmo porquê, do que nos vale o mundo, se não temos o nosso amor do nosso lado?

Mal sabíamos que nem só de amor sobrevive um relacionamento…

Aquele amor.

Aquele amor que não acabou.

Aquele amor que, de tão amor, sufocou. Nos deixou sem saber pra onde ir, quando foi pra longe.

Aquele amor que deixou nosso coração estraçalhado quando encontrou outro amor pra amar.

Aquele amor que cantou, interpretou e viveu nossa trilha sonora com outro amor.

Ah, amor bandido…

Aquele amor que era tão lindo, que a melhor saída foi preservar.

Aquele amor que, mesmo ainda sendo amor, sabíamos que já não éramos os mesmos e não amaríamos mais o que nos tornamos.

Aquele amor que foi embora, mas deixou muita bagagem pra carregarmos sozinhos.

Livro: Historias para Viajar. Amanda Noventa

Tem livros que a gente compra, ganha, empresta e ficam ali parados na nossa estante, seja por falta de tempo de ler, ou até mesmo porque seu nome, capa, autor é bonito para enfeitar uma estante, subentendendo ser uma “pessoa cult e/ou intelectual”.
Fato é que esse livro, foi um deles, tristemente estava lá “esquecido” em minha estante, logo eu que contribui com a obra da Amanda, a mesma fez uma forte campanha em reproduzir seus textos do blog Amanda Viaja (que sigo desde quando iniciou, mesmo quando ela não era tão famosa) num livro.

Mas eu explico mais a fundo porque ficou parado há tanto tempo: estava dedicada aos estudos de inglês e a pesquisas atreladas ao meu intercambio, o foco era outro. Me mudei para São Paulo e o trabalho cada vez mais exigente consumia muito meu tempo, e o livro estava lá, sempre me olhando, me chamando: leia-me!

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O medo da mudança

Quando penso em cortar o cabelo, ele fica bonito.
Quando acho que não estou feliz com o amor e ele ameaça a ir embora, meu coração grita de saudade antes mesmo de eu partir.
Posso estar há meses insatisfeita com uma situação, mas é surgir uma oportunidade de mudança, que meu coração amolece e eu começo a procurar motivos pra ficar.
Qual a lógica disso tudo?
É medo do novo ou é dar valor quando sente que vai “perder”?
Sempre rola um medinho de sair do comodismo, por mais que ansiamos pelo novo, pelo inesperado e por coisas melhores.
O medo de errar de novo dificulta as nossas decisões.
Mas, apesar de todas as dúvidas, eu carrego dentro de mim uma sede por mudança e por desafios que é maior que minha insegurança.
Eu me jogo mesmo. Eu tento. Tento de novo. Tento mais uma vez. Deixo uma marquinha em cada lugar que passo. Para mim, até aqui, foi difícil criar raízes. Não consigo ficar parada esperando, como se não tivesse mais nada de novo pra eu viver. Eu sei que tem. Sempre tem. Sempre tem uma nova lição a ser aprendida, uma nova música pra ser ouvida, uma nova pessoa pra me ensinar o que é a vida. Somos uma soma de tudo o que vimos, sentimos e vivemos. E eu quero ser muito, viver muito e experimentar um pouco de todas as experiências que eu puder. Quem sabe numa hora dessas, eu não tropeço comigo mesma e me encontro em um lugar ou em um abraço que me faça querer ficar pra sempre?

Novidades no blog

Seis meses me permitiu ficar ausente aqui no blog, agradeço a todos que me cobraram mais relatos, mais dicas, mais noticias sobre minhas andanças, mas eu justifico: estou altamente ocupada!
Tristemente não é com viagens, isso temporariamente está em standby, pois o intercambio me ofertou novas propostas profissionais e consequentemente estou arduamente trabalhando dia apos dia, para apresentar melhor resultado , de modo que eu possa alçar grandes voos.
Felizmente conheço boa parte do Brasil, gostaria eu de repetir roteiros e conhecer mais pedacinhos, mas o mundo é tao grande e eu já coloco em minha lista, novos países, continentes, quiçá espaços siderais (#sqn), afinal, ao “infinito e alem” hehe

Fato é, que notifico a todos que juntamente com essa minha ausência, veio um convite em morar em São Paulo, moro sozinha na Vila Mariana, sou vizinha de amigas incríveis e o namoro que era a distancia, se torna cada vez mais presente (digo…fisicamente), tenho vivido um novo ciclo, com descidas e subidas, com uma rotina totalmente diferente do que tinha em Curitiba. Uma independência, uma felicidade, uma mudança e ate mesmo uma falta de verba. Mas to feliz!

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O que aprendi no Intercambio

Terminei a faculdade, o que fazer?
Uma palavra entra em minha vida: Intercambio.
Pesquisas, planejamentos, economias fazem parte de minha rotina.
O grande dia chegou – 31/07/2015- estava eu la no grande avião e em breve eu conheceria aquilo que desde criança via em filmes: Golden Gate, Las Vegas, Hollywood Sign e por ai vai… Olhar com meus próprios olhos e poder toca-las foi fatalmente a realização de um sonho.

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Yosemite Park

Mas alem disso, o que aprendi?

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