Talvez

Talvez eu tenha estragado tudo.
Talvez eu tenha me escondido atrás dos meus medos e não tenha captado seus sinais.
Talvez eu tenha projetado secretamente uma história tão bonita quanto as que vejo nos filmes e, no primeiro sinal de que não seria nada parecido, eu ‘desencantei’.
Talvez suas atitudes tenham me afastado de você: muita demonstração de carinho por mensagens e pouca atitude de verdade.
Talvez, talvez, talvez.
A gente nunca sabe se o nosso orgulho nos afasta de quem não nos merece, ou nos afasta de quem a gente gosta, mas não dá o braço a torcer por nada.
A gente escolhe um caminho a seguir e renuncia outros tantos caminhos e possibilidades que ficaram para trás.
Saber como seria se tivesse sido, é impossível. Poderia ter sido lindo. Poderia ter sido devastador.
Mas foi vento passageiro. Foi experiência de auto conhecimento, porque tem gente que passa na nossa vida e nos ensina mais sobre nós mesmos, do que sobre elas.
Hoje eu me despeço de um quase amor.
Quase amor, porque me tirou suspiros, deu frio na barriga e me fez ficar com o celular na mão por vezes, apenas esperando uma simples mensagem.
Foi quase, porque foi tempo curto.
Foi quase, porque dois orgulhosos não combinam.
Foi quase, porque eu sou medrosa.
Foi quase, porque você é uma incógnita.
Foi quase, porque eu sou estranha.
Foi quase, porque você é um babaca.

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