O crachá

Para o novo crachá que carrego no peito, ele representa a quebra de paradigma, o desafio, o risco, as expectativas e também o medo (já que ele que me impulsiona a coragem), mas que VALE A PENA.
A única garantia que se possui, é que histórias vão surgir, pessoas vão brotar para ouvir, abraçar, somar e sonhar junto. Aos dispostos a ‘puxar tapete’, a prejudicar e denegrir, eu lamento e ignoro, embora saiba que não sou imune a presença deles.

Antes de iniciar nesse novo desafio, passei uns dias em dezembro, isolada em minha casa, passei por um período de reflexão, necessária para essa fase de transição, estou calma, pois as lamentações do passado, vai servir de risos e os aniversários serão checkpoint de novos ciclos que estão por vir, seja os questionamentos e inquietações, para explorar um mundo novo que está a minha frente

Portanto, sou grata por isso, por estar no lugar que conquistei, lembrando sempre que o melhor está por vir.
– Projetos e Inovação

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Desistir não é o jogo

Nos não somos campeões em nada, mas disputamos diariamente uma vaga de emprego, uma vaga no coração de alguém, uma vaga no ranking dos profissionais bem sucedidos, uma vaga no concurso publico, uma vaga na faculdade, até mesmo uma vaga para estacionar, e muitas vezes nos comportamos covardemente diante da derrota iminente.

Entregamos o jogo. Desistir é o nome do esporte.
Algumas pessoas acham humilhante correr atrás quando as chances de haver uma virada a seu favor são ínfimas.
Entre ‘perder com garra’ X ‘perder sem gastar suor a toa’ , preferem a segunda opção , indo pra casa mais cedo, a tempo de assistir ao final da novela.
A Vida dá uma canseira na gente né?.
Não temos inimigos, mas são muitos os nossos adversários : o tempo, a idade, a concorrência, as regras rígidas e um juiz que nem sempre vai com a nossa cara.
Tristemente não se pode ter tudo, não se pode vencer sempre, é o que nos dizem. Mas isso só deve servir de consolo depois que a partida encerra.

Enquanto estiver em andamento, pode-se até levar uma surra, mas fica proibido perder pra si mesmo.

Quase

Amigos me relatam com frequência nos últimos tempos: quase fui promovido, quase fui aprovado naquela vaga, quase passei de fase, quase… Quase… Quase…
E isso me faz refletir sobre a palavra ‘quase’

Ter quase conseguido, pode ser quase desanimador.

Não é totalmente desanimador, pq o quase nos ilude, e todos nós precisamos da ilusão da vitória para batalhar de novo, para tentar outra vez.

O quase é maquiavélico, mas ajuda a gente a não se resignar. O quase muda trajetórias de vida.

Todos dizem que a felicidade é custosa, mas a gente tbm pode ser feliz por um triz.

os dizem que a felicidade é custosa, mas a gente tbm pode ser feliz por um triz.