Roteiro de 15 dias para o Japão

E já dizia Nando Reis: Por onde andei, enquanto você me procurava?
Eu estava no Japão!

Mas calma, foi um roteiro curto – meros 15 dias – mas vivido intensamente, como se não houvesse amanhã.
O país é pequeno, incontáveis templos (budistas e xintoístas), um mais lindo que o outro, o que torna a viagem até um pouco repetitiva.
Mas essa repetição eu faria mil vezes se pudesse, ainda assim, posso dizer que 15 dias é um tempo bacana para se conhecer ou ter uma boa base daquilo que o país tem para se apresentar.
É fato que deixei muita coisa pra trás, ficou aquele gostinho de quero-mais, no entanto, o país está la sempre de portas abertas e disposto a receber turistas, pretendo sim voltar num futuro próximo, mas o pouco que vi valeu muito a pena.

Como o tempo e o dinheiro também foi limitado, foquei mais no turístico mesmo e fiquei centralizada numa região especifica, de modo a otimizar o tempo de logística, embora o trem-bala (shinkansen) seja super eficiente e rápido.
Antes de mais nada você já leu o post :Você precisa saber disso antes de ir ao Japão?

Ahhh então ta bom!! Sendo assim vamos ao que interessa:

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O que fazer em Kyoto, Japão?

Nos despedimos de Nara com muita emoção.

A estadia em Kyoto prometia, afinal, ainda na Kyoto Station vimos diversas pessoas de kimono, algo que nao tinhamos visto com tanta frequencia em Osaka, saindo da estação de metro a caminho do nosso hotel, ja percebemos que Kyoto tinha um “Q” a mais de cultura a nos oferecer, nao apenas pela forma que as pessoas se vestem, mas por suas vielas, pela arquitetura e aquele ar romantico que pode-se dizer: estou no Japão!!

Se eu te falar qual filme japonês lhe vem primeiramente na cabeça? Provavelmente seja Memórias De Uma Gueixa, não a toa, que boa parte dele foi filmado na cidade o qual havíamos acabado de desembarcar.
Sim, Kyoto é uma cidade grande, bem turistica, mas que tambem é reconhecido por ainda preservar os costumes japoneses, especialmente pelos diversos templos (budistas e xintoístas) espalhados pela cidade e gueixas que andam timidamente pelas ruas (especialmente no bairro Gion).

Ainda sobre os templos: foram eles que salvaram a cidade da bomba atômica na 2º Guerra Mundial. A cidade estava na lista de prioridade dos Estados Unidos, que por sinal, decidiram mudar de ideia, uma vez que preferiram mudar por Nagasaki e preservar os templos, evitando assim, maior comoção da nação niponica.
Impreterivelmente inclua essa cidade em seu roteiro, independente de sua religião, visitar os templos, andar pelas vielas, namorar as casas baixas de madeira, aguça nossa imaginação e as belezas de um passado ainda presente no Japão, que por sinal, era fechado para o mundo, mas muito imerso em suas raízes culturais.

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